Muitas mulheres sentem vontade de doce. Gostam de doce. E, em algum momento, acabam se perguntando se isso significa falta de controle ou de disciplina. Como se tivesse algo errado em querer um pouco de doçura no meio da rotina.

Eu entendo isso. Porque também passo por isso.

A vontade de doce não é algo aleatório ou “emocional demais”. Ela é, na maioria das vezes, biológica. Funciona como uma forma de recompensa e tem tudo a ver com a fisiologia, com a memória afetiva, com dias corridos e com a necessidade de uma pausa.

Não é só sobre açúcar. É sobre conforto, prazer e aquela energia rápida que ajuda a atravessar o dia.

O problema nunca foi sentir vontade. O problema foi achar que a única forma de lidar com isso era cortar, ignorar ou lutar contra o desejo. Quando a gente entra nesse ciclo de restrição, a vontade costuma voltar mais forte e a relação com a comida fica pesada, cheia de culpa.

Estratégia em vez de restrição

Com o tempo, fui mudando a forma de enxergar o doce dentro da minha rotina. Em vez de proibir, comecei a pensar em estratégias. Em vez de “não posso”, passei a pensar em como isso poderia caber melhor no meu dia, sem bagunçar tudo.

Porque, pra mim, rotina só funciona quando é possível de repetir. E eu não acredito em uma rotina que exclui completamente algo que eu gosto. Doce sempre foi importante pra mim, e eu não queria abrir mão disso, só queria uma forma mais inteligente de incluir.

O nascimento da roohtine

Foi daí que nasceu essa ideia de ter opções melhores, que façam sentido para a vida real. Coisas que não eliminam o prazer, não criam culpa e não transformam a alimentação em um campo de batalha.

A gummy da roohtine entrou exatamente nesse lugar: como um doce que faz parte da rotina, não como exceção ou escapada.

"Vontade de doce não é falta de disciplina. Às vezes, é só um sinal de que a rotina também precisa de um pouco de leveza."

Aquela gominha, só que melhor.

Conheça a gummy da roohtine: o doce que cabe na sua rotina, sem culpa e sem exagero.

QUERO CONHECER